Educação ambiental crítica pela democratização da comunicação #DemoCom #Eblog

Não é de hoje que este blog vem assumindo alguns posicionamentos políticos e até mesmo se aventurando, a ir além… Para um blog que tem como objetivo a educação ambiental, este teor político, pode causar até uma certa estranheza, no entanto, isso só ocorre quando se tem em mente, uma educação ambiental que possui um viés biológico. Essa visão “biologizante” da educação ambiental vem sendo desconstruída neste blog (Educação ambiental não é campanha de “Não jogue lixo no chão!” Desenvolvimento sustentável, uma ideia construída), a fim de superarmos essa, na minha opinião, limitada forma de educar apenas para o ambiente.

Uma proposta crítica da educação ambiental permite e necessita de uma politização no tema, uma vez que os impactos causados pelos diferentes interesses políticos e econômicas acabam por materializar-se na própria degradação socioambiental. Logo as discussões sobre a raiz dessa degradação podem e devem superar apenas a visão da biologia, trazendo e assumindo a influência da política, econômica, social, histórica e cultural em todo o processo.

Um das propostas iniciais desse blog foi realizar a divulgação científica do que é a educação ambiental crítica, no entanto, considerando que, esta assume um posicionamento político inevitável, com o passar o tempo alguns posts (Erro no sistemailha das floresConsumo infinito em um planeta finito)  foram se enveredando para essa crítica necessária. Foi nessa perspectiva que assumidamente, decidi assinar o manifesto do #Eblog, e coletivamente de alguma forma contribuir com a Democratização a Comunicação #DemoCom, especificamente sobre as questões relacionadas a temática socioambiental.

Este post “Educação ambiental crítica pela democratização da comunicação”, precisamente tem essa função de apresentação de alguns outros posts, que já haviam sido postados, como contribuição dada outrora a democratização da comunicação #DemoCom. Temos como exemplo, dois temas, que foram veiculados na grande mídia, de uma maneira imparcial e não elucidativa, ou mesmo com informações erradas ou tendenciosas. Falo de duas questões de interesse socioambiental, como a concessão da permissão para construção da usina de Belo Monte e da votação do novo código florestal.

Nestes dois exemplos citados, a intenção foi, ao escrever os posts, contribuir para a democratização da comunicação, a respeito de informações que estavam sendo distorcidas, ou mesmo omitidas pelos grandes meios comunicação, como por exemplo: a TV, Jornais, pela internet e infelizmente por alguns “blogs verdes”. Esse papel cabe, tranquilamente a crítica que devemos ter ao pensarmos a educação ambiental.

Outra questão que me levou a participar do #Eblog e da blogagem coletiva pela #DemoCom é assumir a partir de então um posicionamento deste blog em relação a uma educação ambiental crítica, uma educação ambiental transformadora e emancipatória, ou seja, uma  #Eeducaçãoambiental. Assim, continuamos tendo como objetivo a divulgação científica, da educação ambiental crítica, mais indo além, pretendemos também proporcionar análises de tema atuais, vinculados a esta temática socioambiental, de maneira a contribuir além da crítica, para a democratização da comunicação.

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